Frases contra la ley del aborto de Gallardón

Manifestación por el derecho al abortoMadrid ha vivido este sábado una manifestación contra la reforma de la ley del aborto que prepara el ministro Gallardón, la más retrógrada de la democracia. La protesta ha hecho que vuelvan a escucharse en el paseo del Prado de la capital -completamente abarrotado- lemas que ya se escuchaban hace 30 años:  “Nosotras parimos, nosotras decidimos”. Sin embargo, la inventiva del feminismo ha ido hoy más allá. Aquí tenéis alguna de las frases que más se han coreado en la protesta, secundada por mujeres y hombres:

“Al PP, al PP, la sotana se le ve”

“Aquí mandan los curas / como en la dictadura”

“Hartas de la iglesia / no nos da la gana /seguir aguantando / talibanes con sotana”

“Hay que quemar / la Conferencia Episcopal / por machista y patriarcal”

“Mujer, si no luchas / nadie te escucha”

“Aborto legal / en el hospital”

“Aborto libre y gratuito”

“Si el Papa estuviera preñao / el aborto sería sagrao”

“Por un aborto / libre y legal / fuera el Gobierno por machista y patriarcal”

Y una nueva versión de El corro de la patata:
“El aborto / gratuito /un derecho / no un delito / a luchar, a luchar, que esta ley se va a acabar”

Carteles contra la ley del aborto de Gallardón

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3 comentarios

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3 Respuestas a “Frases contra la ley del aborto de Gallardón

  1. Pingback: Las insultantes consignas de el ” Tren de la libertad ” contra el Gobierno y la Iglesia Católica | Duarte falcó

  2. Anónimo

    no al aborto

  3. O aborto e9 um dos ptnoos mais difedceis da e9tica me9dica. Envolve aspectos religiosos, legais, me9dicos, socioculturais e poledticos. He1 duas posie7f5es opostas bem delimitadas na discusse3o sobre o aborto. A primeira, prf3-vida ou conservadora que defende o direito moral da vida do feto. A segunda, prf3-escolha ou liberal. Esta posie7e3o, entende que, a mulher tem um direito moral sobre o prf3prio corpo, o que lhe permite fazer o aborto. Eu, pessoalmente, partilho da opinie3o conservadora. Mas, pore9m, tenho opinif5es intremedie1rias. Para ale9m de partilhar da opinie3o que o feto tem o seu direito moral e1 vida, defendo que, em alguns casos especedficos, a sua pre1tica possa ser permitida (por exemplo, quando uma mulher, ou ate9 mesmo adolescente, e9 abusada sexualmente ou quando a me3e ou o filho correm perigo de vida). Um dos argumentos que sustentam a tese conservadora ou de prf3-vida, diz respeito ao direito moral da vida do embrie3o ou feto. Este argumento afirma que, se os fetos team direito moral e0 vida, ente3o o aborto e9 errado, pois a protee7e3o e0 vida e9 um valor superior e0 escolha da mulher. Contudo, ao utilizar-mos este argumento, deparamo-nos um problema. Este problema e9 se sabemos exactamente o que e9 uma pessoa e se o feto ou o embrie3o se encaixa nessa definie7e3o. Se o embrie3o for uma pessoa e9 claro que tem o direito e1 vida, caso contre1rio ne3o lhe e9 de1do esse direito.A conceituae7e3o cle1ssica do que e9 uma pessoa foi dada pelo filf3sofo ingleas John Locke em 1690. Locke, define pessoa como “um ser inteligente, que possui raze3o e capacidade de reflexe3o, e pode considerar a si prf3prio como uma coisa que pensa, em diferentes momentos e lugares. Assim, partindo deste ponto de vista, os fetos ne3o possuem autoconscieancia, muito menos capacidade de reflexe3o ou memf3ria. Portanto, ne3o atendem a essas caracteredsticas definidoras de um indiveddu.Outro argumento que sustenta esta tese, e9 o argumento da potencialidade e do valor intrednseco. Para Aristf3teles, existe um ser em acto e um ser em poteancia. Poteancia e9 a capacidade para realizar algo, enquanto o acto e9 a realizae7e3o concreta dessa potencialidade. Por exemplo, se tenho a capacidade de andar (poteancia), e ne3o for impedido por condie7f5es externas, eu ando (acto). Quem matar um feto humano priva o mundo de um ser racional e autoconsciente. Se os seres racionais se3o essenciais e valiosos, matar um feto humano e9 privar o mundo de algo valioso e essencial. De uma forma mais formal, este argumento era formado da segunte maneira: 1)o feto e9, em poteancia, um ser humano; 2)todos os seres humanos team direito e0 vida; 3)logo, o feto tem direito e0 vida c9 fe1cil constatar que estamos em presene7a de um mau argumento. O argumento em queste3o foge e0 queste3o. Em discusse3o este1 a segunda premissa, e por isso ne3o podemos inclued-la num argumento. Se um ser tem potencialmente um direito, e9 falso que tenha, efectivamente, esse direito. Enquanto aluna desta escola sou potencialmente presidente da associae7e3o de estudantes; mas isso ne3o me de1 os direitos do presidente da associae7e3o de estudantes. Esta objece7e3o acaba, tambe9m ela, por fugir e0 queste3o. Se o feto tivesse direito e0 vida desde a concepe7e3o, seria escusado falar-se de estatuto de potencialidade. Se uma criane7a quando nasce tem direito e0 vida, e sabendo que ne3o he1 grande diferene7a entre a criane7a dois minutos antes de nascer, e acabada de nascer, o direito e9 o mesmo. E, pelo mesmo raciocednio, teria o mesmo direito quatro minutos antes de nascer e assim sucessivamente ate9 ao momento da concepe7e3o. No entanto, este argumento e9 falacioso.Catarina Santos11baB nba4

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